Liberta.
Hoje acorde mais cedo do que o normal e reparei que a porta da cozinha tinha sido arrombada durante a noite,mas não me lembro ter escutado algum barulho.
Achei muito estranho,mas nada que me desse medo,então telefonei para o único chaveiro da cidade.
Depois fui fazer um chá,pois aquela manhã estava fazendo mais frio do que o normal em Forks.
Ainda com a xícara de chá nas mãos,voltei toda a minha atenção para meu velho caderno de anotações,cujas folhas já estavam amareladas,pois ali se encontrava todos meus poemas e devaneios.
Era o meu primeiro dia na cidade e precisava fazer compras,pois a essa altura meu estomago roncava de fome.
Então mais que de presa subi as escadas para trocar de roupa e ir as compras.
Adorava o clima da cidade,sempre úmido,frio,chuvoso era perfeito pra mim.
Precisa pensar um pouco em minha vida,pois finalmente tinha a tão sonhada liberdade.
E realmente estava fazendo muito frio,pois ao colocar os pés na soleira da porta,senti o vento gelado chicotear meu rosto.
Então senti um impulso de olhar fixamente para a densa floresta que agora estava encharcada com a chuva que havia caído durante a noite.
Me senti atraída a entra para a tenebrosa floresta,quando a chuva que agora era só uma garoa se tornou um temporal e me fez acordar do transe que estava.
Então corri para minha seca e quente caminhonete,porem demorou a pegar,pois o motor estava frio e não conseguia pegar,depois de algumas tentativas pegou sem nem um problema.
Liguei o velho som da caminhonete e estava passado uma música muito calma que me fez lembrar de minha antiga vida,mas me fiz o brigada a fugir desse pensamento.
Então para fugir de meus devaneios tentei me concentrar a onde ficava o mercado,mas acredito que em uma cidade tão pequena não demoraria a aparecer uma grande placa de algum mercado.
Dito e feito no fim da rua havia um pequeno mercado.
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